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Por que Deus nos diz não?

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Lembra-se de quando ainda era criança e de quantas vezes desejou ter pais que te permitissem fazer tudo o que quisesse? Mas depois você cresceu e o ardente desejo por “liberdade” se tornou em vagas lembranças que te fazem sorrir enquanto você imagina: que loucura, coisa de menino...

A humanidade, mesmo que não perceba, é como uma criança louca por “liberdade” diante do Pai cuidadoso que sempre nos ensina: isso é errado, se você continuar por este caminho terá sérios problemas lá na frente. O problema é que como crianças que somos, só perceberemos ao certo o que os conselhos de Deus significam quando formos adultos. Até lá estaremos sempre desejando a tão perigosa “falsa liberdade”.

Lembro-me que quando tinha em torno de 12 anos, morria de inveja quando via meus colegas irem para praia sozinhos enquanto minha mãe só me permitia ir com algum adulto de confiança. Ainda lembro das vezes que fiquei emburrado e de cara feia resmungando pelos cantos por que minha mãe não me permitira brincar de bicicleta na “rua-de-baixo”. Mas o quê que tem? É ali pertinho, e eu só quero brincar um pouco, nada demais. A mãe do Pedro deixa ele ir... Tenho certeza que você algum dia já fez comentários desse gênero, não?

Mas e hoje? Hoje você percebe que a “rua-de-baixo” escondia perigos inimagináveis para sua inocente mente? E o Pedro, que sempre podia fazer tudo que você desejava, será que você ainda o inveja ou é ele quem admira a pessoa que você se tornou?

Se você se enquadra nessas questões, tenho certeza que neste momento está agradecendo a Deus pelos pais cuidadosos que tem ou teve. Maior certeza eu possuo que naquele grande dia, quando estivermos à ceia das bodas do Cordeiro (Apocalipse 19:9) quão grande será nosso regozijo ao lembrarmos de nosso tempo de criança como filhos de Deus. Agora sim entenderemos os porquês que tanto almejamos explicações. Agora estaremos lá, já adultos para o Senhor, lembrando de quantas vezes nos aborrecemos com nosso Pai por Ele nos dá o melhor... Quantas vezes ficamos de cara fechada porque nosso Pai não nos permitiu brincar na “rua-de-baixo”...

A humanidade encanta-se com suas descobertas. A cada novo invento revolucionário nos achamos capazes de andarmos sozinhos. Como crianças-quase-adolescentes nos ofendemos quando o Pai segura nossa mão ao atravessarmos as ruas movimentadas da vida. "Não precisa segurar minha mão, já sou um homem" relutamos. Mas basta uma buzinada de um motorista gozador para pularmos para as mãos sempre prontas a perdoar e segurar-nos firmes de nosso querido Pai. Mas infelizmente não aprendemos, a próxima rua já está bem próximo, e já estamos prontos para resmungar novamente: "Não precisa segurar minha mão, já sou um homem".

Mas para o Pai não importa nossa teimosia. Ele nos ama e sempre estará com suas mãos estendidas. Alguns de nós continuarão desobedientes a ponto de estragar suas vidas e se afastarem definitivamente do Pai. Sem saber voltar, se perderão em seus próprios erros e pagarão por suas decisões muitas vezes com a própria vida. Porém outros de nós (e eu quero estar incluído nesse grupo), que o Senhor Jesus também intitulou como Bem-aventurados, entenderão que por mais legal que possa parecer brincar na "rua-de-baixo", por algum motivo que sinceramente, enquanto formos crianças não entenderemos, nosso Pai bem sabe que esta esconde vários perigos de quedas, tristezas e até morte que nós jamais pensamos existir. Porém lá no fundo, e em alguns casos muito lá no fundo, sabemos que quando formos adultos (sentados com o Cordeiro) entenderemos que nosso Pai tinha razão. E com um sorriso nos lábios, apenas nos recordaremos do quanto fomos bobos e inocêntes quando criança e finalmente iremos agradescer a Deus, mas dessa vez por Ele próprio ter sido um pai tão cuidadoso e paciente conosco.



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"e, tendo despojado os principados e potestades, os exibiu publicamente e deles triunfou na mesma cruz." Colossenses 2:15

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